
"[...] quando olhei pela janela aberta do outro lado do quarto. Então pensei que bastaria uma corrida rápida da porta até a janela, depois um impulso mínimo para jogar meu corpo por ela e plac! [...] não sei por que, a vontade de saltar continua. Mas eu resisto. Não que alguém fosse sentir muita falta minha [...] Eu comecei a enumerar nos dedos quem poderia sentir a minha falta: sobraram dedos." Caio F. - Os Dragões não conhecem o paraíso - Uma praiazinha de areia bem clara, ali, na beira de Sanga.
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